Fintechs e o Impacto Social em Serviços Financeiros

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As Fintechs, empresas de tecnologia e serviços financeiros, são diretamente responsáveis pelo desenvolvimento social. Veja mais sobre isso.

Para muitas pessoas, empreender é um sonho. Afinal, a possibilidade de se tornar seu próprio patrão, viver os desafios do mercado e alcançar liberdade financeira, faz com que muita gente tenha o desejo de se tornar dono de uma empresa, independentemente de qual seja o segmento.

No entanto, abrir seu próprio negócio pode ser desafiador demais, a ponto de desmotivar os que estão menos preparados para o impacto inicial. Operar dentro da legalidade, exige que os donos de empresa arquem com inúmeros protocolos e burocracias, que tornam o empreendimento caro.

Aliado a tudo isso, ainda existem as burocracias financeiras. Isso porque, principalmente quando as empresas possuem porte pequeno, é comum que os bancos não deem tanta atenção quanto dão aos grandes empresários. Isso, sem sombra de dúvidas, pode ser um obstáculo extremamente difícil de ser transposto.

Afinal, sem recursos financeiros, como as Micro e Pequenas Empresas podem investir em sua produção?

Para tanto, o surgimento das Fintechs traz uma luz de solução à essa questão discriminatória. Acompanhe a leitura e veja como essas empresas estão ajudando as pequenas empresas a prosperar e, indo além, como essa atuação está impactando, diretamente, a sociedade em que estão inseridas.

O que são as Fintechs e como elas podem ajudar as Microempresas?

É interessante reforçarmos o que são as Fintechs para, a partir daí, traçar um paralelo sobre a sua importância para as Micro e Pequenas Empresas. Portanto, para mérito de definição, Fintechs são empresas de tecnologia, voltadas, exclusivamente, para o sistema financeiro, otimizando os serviços e, consequentemente, tornando o funcionamento de outros empreendimentos mais assertivos.

Para as Micro e Pequenas Empresas, de modo geral, as Fintechs possuem uma extraordinária importância. Afinal, como dito anteriormente, nem sempre essas empresas menores possuem um respaldo de interesse dos bancos tradicionais. Por vezes, seu patrimônio menor, o seu faturamento tímido e até mesmo negativadas, faz com que essas instituições possuam receio ao liberar investimentos.

Sendo assim, as Fintechs passam a atuar com maior exatidão. Empresas como a SIZE, por exemplo, ajudam a melhorar o fluxo de caixa dessas empresas, colaborando com a organização inteligente dos ativos financeiros, o que dá oportunidade para o giro do dinheiro dentro do empreendimento. Logo, elas passam a ter mais crédito para investimentos e, consequentemente, produção.

Uma maneira das Fintechs ajudarem as Micro e Pequenas Empresas, é através do serviço de Antecipação de Recebíveis. De um modo bem simples, é o recebimento de valores que só entrariam, efetivamente, no caixa da empresa daqui há algum tempo. Tendo esse recurso disponível, é possível organizar melhor o desenvolvimento e os gastos.

Ou seja, quando a empresa passa a trabalhar com maior disponibilidade de capital, automaticamente ela é capaz de otimizar seus investimentos. Isso significa que a produção será aumentada, o que trará mais lucros. No entanto, essa não é a única vantagem alcançada, quando existe a parceria entre as Fintechs e as Micro e Pequenas Empresas. Indo além da questão do lucro em si, o aumento da produção abre espaço para inúmeras melhorias.

Entenda melhor como funciona essa interligação.

Por que as Fintechs dão suporte social às Microempresas?

Veja bem, nós já explanamos sobre a importância que as Fintechs têm para as empresas de pequeno porte, as auxiliando financeiramente. Consequentemente, quando elas recebem esse “respiro”, podem utilizar o dinheiro obtido (pela Antecipação de Recebíveis, por exemplo) e melhorar o funcionamento de sua produção, a aumentando.

Sendo assim, a primeira vantagem que podemos deduzir, ao enxergar esse cenário favorável, é o óbvio: mais produção é igual é maior lucro. No entanto, esse está longe de ser o único bom motivo para se utilizar dos serviços de uma Fintech.

Vamos pensar de um modo bastante prático. Quando a empresa faz investimentos na área de produção, buscando aumentar a quantidade de itens que cria, é natural que sejam precisos mais funcionários. Ou seja: a primeira reação direta do dinheiro injetado no capital da empresa, é a criação de novos empregos. Naturalmente, uma seleção é feita e isso irá ajudar as pessoas que estão em busca de uma colocação no mercado de trabalho.

Só aí, já seria possível deduzir uma reação em cadeia: com mais pessoas empregadas, há maior consumo. Quando o consumo é estimulado, a economia do país cresce, de modo geral, o que impacta, diretamente, a qualidade de vida da população. No entanto, a parceria entre as Fintechs e as Micro e Pequenas Empresas vai além disso.

Fortalecimento da cidadania

Com a população empregada e adquirindo renda pelo trabalho, se garante acesso aos meios sociais que justificam a cidadania. O engajamento com questões públicas, políticas e privadas, aumenta o poder de decisão do povo. Quando uma empresa disponibiliza vagas de serviço, está indo além de promover salário. Ela promove a cidadania.

Investimento na comunidade

É natural que a comunidade, em volta de empresas efervescentes e produtivas, cresça. Quando há muita circulação de pessoas, o comércio de suporte também se estimula, bem como espaços sociais, como praças, e, até mesmo, escolas e creches.

A ajuda das Fintechs não se resume às Micro e Pequenas Empresas

Isso é algo que precisa ser revalidado. Fintechs como a Size facilitam o acesso ao crédito e isso não se restringe apenas às empresas. Toda a população pode ser favorecida por esse tipo de trabalho que, além de diminuir as burocracias para o acesso ao dinheiro, também são diretamente responsáveis pelo crescimento que esse gestão de inserção promove.

Afinal, da mesma forma que justificamos acontecer com as Micro e Pequenas Empresas, que acabam se sentindo à margem das instituições financeiras tradicionais, camadas inferiores da população também podem se sentir assim. Pessoas mais simples nem sempre têm as mesmas vantagens do que aqueles que podem pagar por taxas absurdamente altas.

Isso significa que quando as empresas financeiras, no caso, as Fintechs, começam a atuar, elas não estão apenas melhorando o acesso ao crédito ou facilitando o contato com dinheiro. Elas estão estimulando a integração social, a inclusão de todas as camadas da sociedade e, principalmente, tratando os “pequenos” com toda a justiça que merecem.

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