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Segurança de Dados e Transparência de Informações – FinTech Segura

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As FinTechs são organizações superinovadoras que têm revolucionado a tecnologia de prestação de serviços do sistema financeiro. Elas estão descortinando novos modelos de negócios mais humanizados, focados na experiência e no atendimento às necessidades dos clientes.

Realizar transações financeiras de forma ágil, transparente e segura é a tônica que rege o mercado das Fintechs. Especialmente agora, quando o Brasil e diversos países do mundo estão empenhados em implantar leis mais efetivas de proteção de dados para resguardar clientes e fortalecer a credibilidade do setor tecnológico em geral.

Neste post, vamos mostrar que, além da regulamentação formal do sistema financeiro brasileiro, existe um conjunto de boas práticas de segurança de dados e transparência de informações incentivados pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs). Vem com a gente conhecer essa novidade.

O que é uma FinTech segura?

Uma FinTech segura adota políticas de proteção de dados sensíveis dos clientes, das transações e do negócio em si. Essas políticas servem de diretrizes para a implantação de boas práticas — Selo Fintech Segura — e metodologias consagradas de mercado para segurança de dados — ISO 27001, COBIT, entre outros.

O que é segurança e transparência de dados?

Os dados que são registrados nas transações financeiras, ao serem combinados, geram informações que precisam ter alguns atributos fundamentais que traduzem sua alta qualidade e transparência. São eles: integridade, confidencialidade, confiabilidade, irrefutabilidade e a disponibilidade.

Somente boas práticas de gestão de dados e segurança da informação garantem que haja a transparência de dados e não é necessário partir do zero para alcançar bons resultados: o mercado financeiro já é fartamente regulamentado nesse sentido.

Como garantir a segurança e transparência de dados?

Os processos de negócio das FinTechs se baseiam em ativos por meio dos quais o ciclo das informações é gerenciado — abrangendo desde a criação, processamento, tratamento, tramitação, digitalização, armazenamento e descarte. Em todas as etapas desse ciclo, as informações precisam ser protegidas e as vulnerabilidades de segurança, superadas.

O Selo Fintech Segura, por exemplo, orienta as ações essenciais de controle da segurança da informação que devem ser implementadas pelas Fintechs e que serão objeto de auditorias futuras. Essas práticas são de adesão voluntária e demonstram o compromisso da organização em garantir a segurança e transparência de dados.

O espectro de visão da segurança da informação passa pela gestão de situações que devem ser conhecidas em toda sua dimensão e controladas, tais como:

  • infraestrutura física tecnológica (máquinas e equipamentos);
  • infraestrutura lógica da tecnologia (aplicativos, sistemas e softwares em geral);
  • acesso a ambientes físicos e tecnológicos;
  • comportamento de usuários e operadores;
  • desenvolvimento de produtos e serviços críticos do negócio;
  • eliminação de silos de dados, entre outras circunstâncias da operação da FinTech.

Tudo isso sob controle contribui para que as FinTechs ofertem produtos e serviços de alta qualidade para os clientes que se relacionam com essas organizações. Os benefícios das operações financeiras com FinTechs, relacionados à segurança e transparência se tornam evidentes para todos os envolvidos.

As FinTechs, como vimos neste post, estão prestando serviços financeiros de forma revolucionária, mas sem perder de vista que tecnologia boa só existe se for segura e tiver transparência de dados. Nesse contexto, temos identificado um movimento voluntário dessas organizações em aderir a boas práticas e normas consagradas de segurança, o que gera valor para toda a sociedade.

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