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Recuperação de empresas: 5 dicas para MPEs saírem do vermelho

Em momentos de crise ou recessões econômicas, a recuperação de empresas se transforma em um grande desafio e realidade para muitos empresários. Em especial, quando o fator que leva a esse tipo de problema é generalizado e afeta diversos segmentos do país.

Independentemente do momento que a economia vivencia, é fundamental que um empresário sempre adote medidas e soluções que potencializem a sua saúde financeira. Assim, permite que a empresa possa sair do vermelho e volte a gerar resultados positivos.

Neste artigo, mostraremos algumas práticas que você deve adotar para que seu negócio possa se recuperar de momentos de crise. Acompanhe!

1. Invista em soluções tecnológicas

As inovações tecnológicas chegaram a um nível tão avançado que, atualmente, é praticamente impossível imaginar um negócio que não conte com o apoio de algumas ferramentas. A emissão de documentos fiscais, os relatórios, as análises, entre outras funções, são praticamente executados exclusivamente por meio de sistemas de gestão.

Mesmo com toda essa evolução, existem aqueles empresários que não aproveitam todos os benefícios que essas soluções podem proporcionar, especialmente com relação à administração do próprio negócio.

Contar com essas ferramentas não possibilitará que sua empresa saia do vermelho, mas elas servirão para demonstrar o caminho a ser seguido. Com os relatórios que podem ser gerados, é possível encontrar gargalos e erros que estão prejudicando a lucratividade do negócio e adotar medidas para eliminá-los, antes que o prejuízo seja maior.

2. Conte com a ajuda de bons profissionais

Outro passo importante é ter o apoio de colaboradores eficientes. Mesmo que você domine todos os conceitos de sua atividade, é impossível fazer todo o trabalho sozinho, especialmente, quando o assunto está relacionado à parte de finanças, contabilidade e questões fiscais.

Portanto, nesses casos, é fundamental ter ao seu lado profissionais especializados em cada um desses elementos. Eles terão mais facilidade de enxergar possíveis erros e oferecer as melhores opções de melhoria para evitar prejuízos, reduzir gastos desnecessários e adequar a sua empresa a todas as exigências legais.

3. Renegocie dívidas

Até mesmo as empresas que têm uma boa saúde financeira são afetadas por momentos de crise, em especial, quando ela está relacionada a algum problema em sua atividade-fim ou em todo o país. Nesse caso, é comum o aparecimento de algumas dívidas.

Nesse caso, é importante ter em mente que existem dois tipos de débitos. Os primeiros são aqueles que estão vencidos, gerando juros, restrições e bloqueios. Por outro lado, temos os que ainda não venceram e estão em fase de parcelamento, tornando sua renegociação mais simples.

Inclusive, alguns credores oferecem automaticamente a possibilidade de negociar novamente o débito a vencer, aumentando o prazo e reduzindo parcelas ou, até mesmo, passando o pagamento para datas futuras. O maior problema, portanto, está concentrado naquelas empresas que têm dívidas vencidas.

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É muito comum que existam débitos que chegam a valores tão exorbitantes que são impossíveis de serem pagos. Isso ocorre, principalmente, quando eles são oriundos de operações de crédito feitas equivocadamente e sem o devido planejamento.

Quando isso acontecer, a melhor opção sempre será a renegociação. Não caia no erro comum de pegar dinheiro emprestado para quitar uma dívida. Isso só aumentará o tamanho do seu endividamento, fazendo com que sua empresa entre no famoso efeito bola de neve.

A negociação de dívidas é interessante para os dois lados de uma transação. O credor receberá pelo valor dos produtos ou serviços que ele comercializou e o cliente terá a oportunidade de pagar um montante justo pelo tempo em que a dívida ficou em aberto. Isso é uma tendência mundial — as pessoas e empresas estão cada vez mais abertas à renegociação. Por isso, busque essa alternativa antes de qualquer outra.

4. Separe finanças pessoais das empresariais

A mistura das finanças pessoais com as da empresa, geralmente, é algo que precede momentos de dificuldades. Ela costuma começar de forma simples, com o pagamento de uma conta de baixo valor com dinheiro do caixa, mas, em seguida, despesas mais altas passam a fazer parte do relatório de gastos ou extrato da conta corrente do negócio.

Quando o empresário percebe, todas as finanças estão completamente comprometidas com suas contas pessoais, impossibilitando o pagamento das despesas do empreendimento. Assim, perde a sua capacidade de operacionalização, gerando prejuízos maiores do que o faturamento da empresa é capaz de suportar.

Além disso, quando contas pessoais estão misturadas, fica praticamente impossível gerenciar o negócio. Afinal, como é possível identificar gargalos ou gastos desnecessários em um relatório repleto de pagamentos que não têm vinculação alguma com a atividade da empresa?

Por isso, jamais faça do caixa do seu negócio uma extensão da sua carteira. Para evitar isso, determine uma retirada mensal que seja capaz de arcar com todas as suas despesas pessoais e, principalmente, que sua empresa possa pagar. Tenha em mente que definir um pró-labore maior que a capacidade financeira do negócio gera o mesmo resultado que misturar finanças pessoais com empresariais.

5. Recorra a alternativas de crédito inteligentes

Por fim, você pode recorrer ao crédito para sair de momentos financeiros complicados. Entretanto, isso precisa ser feito de forma planejada e inteligente. Atualmente, existem diversas linhas que têm juros mais justos e prazos de pagamento que não prejudicam o fluxo de caixa da sua empresa.

Um exemplo clássico de crédito inteligente é a antecipação de recebíveis. Basicamente, é uma operação em que a instituição assume a responsabilidade pela cobrança de alguma conta que você tem a receber (cheque, boleto, duplicata, nota promissória, notas fiscais etc.) e paga o respectivo valor do título, descontando uma taxa que pode ser interpretada como o custo da operação.

Assim, é possível receber antecipadamente por vendas a prazo e utilizar esse valor para operacionalizar o seu negócio. Essas mesmas instituições, especialmente as fintechs de crédito, também oferecem alternativas mais simples e com taxas de juros mais atrativas.

Podemos concluir que o processo de recuperação de empresas depende da aplicação desses 5 pontos. Portanto, não deixe de seguir cada um deles à risca para manter a saúde financeira do seu negócio em dia e evitar que as crises ou recessões econômicas voltem a causar impactos negativos sobre ele.

Para adotar essas práticas com mais eficiência, é preciso ter parceiros capazes de oferecer soluções adequadas. Portanto, convidamos a entrar em contato conosco. Assim, apresentaremos nossas soluções e como elas podem ajudar você.

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